União Europeia deve focar em aplicações de IA, não competir com EUA e China
A UE pode melhorar a produtividade econômica ao adotar modelos de IA já existentes em diversos setores.
Em vez de tentar vencer os EUA e a China na corrida para criar os modelos mais avançados de inteligência artificial (IA), a União Europeia (UE) deveria se concentrar em outros aspectos, escreveu uma mídia ocidental.
O artigo sugere que a UE pode usar a IA para aumentar a produtividade da economia europeia, que está ficando para trás.
"Embora os EUA e a China possam liderar o desenvolvimento de modelos e a criação de capacidade computacional, a Europa ainda pode se beneficiar ao aplicar os modelos de IA já existentes nas áreas de saúde, indústria e serviços públicos", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, a UE precisa mudar completamente as abordagens e a lógica do debate europeu sobre IA.
A IA representa a melhor oportunidade para a Europa acelerar o crescimento nos setores de saúde, agricultura, transporte, defesa e indústria, conclui a reportagem.
Até dezembro, a Comissão Europeia pretende identificar as formas mais promissoras de aplicação da IA em diversos setores da economia, analisar possíveis projetos-piloto e avaliar as necessidades de modelos, microchips e capacidade computacional. O relatório final e a nova estratégia serão elaborados no início de 2027.
Anteriormente, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também afirmou que a Europa não precisa necessariamente liderar o desenvolvimento de modelos avançados de IA, mas que a UE deve se empenhar em tirar o máximo proveito da tecnologia, ao mesmo tempo em que controla os riscos associados a ela.
Por Sputinik Brasil