Trump alerta que 'toda uma civilização morrerá' se um acordo com o Irã não for alcançado
Presidente dos EUA define prazo final para reabertura do Estreito de Ormuz; Teerã convoca jovens para formar correntes humanas em usinas e Israel intensifica ataques aéreos a infraestruturas iranianas
O mundo segura o fôlego nesta terça-feira (7). Donald Trump subiu o tom da retórica militar a um nível sem precedentes, afirmando que as forças americanas estão prontas para reduzir o Irã a "escombros fumegantes". O epicentro da crise é o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, bloqueado pelo Irã desde fevereiro. Enquanto o Paquistão tenta uma prorrogação diplomática de 15 dias, bombas já atingem ferrovias e centros petroquímicos em solo iraniano.
Os Pontos Críticos do Conflito:
O Ultimato: Trump fixou as 20h (horário de Washington) como o limite para um acordo. Ele ignorou críticas da ONU e do Vaticano sobre potenciais crimes de guerra contra civis.
Escudos Humanos: O governo iraniano afirma que 14 milhões de voluntários se prontificaram a lutar, incentivando civis a cercarem usinas nucleares e elétricas para evitar bombardeios.
Ataques em Curso: Israel confirmou ataques a pontes e ferrovias no Irã para impedir o transporte de armas. Os EUA atingiram a base militar na Ilha de Kharg, ponto vital para a logística petrolífera.
Retaliação Regional: O Irã disparou mísseis contra Israel e a Arábia Saudita, forçando o fechamento da Ponte Rei Fahd (ligação entre Bahrein e a Península Arábica).
Impacto Humanitário: Mais de 1.900 mortos no Irã e 1.500 no Líbano desde o início das hostilidades em fevereiro.
“Se não tivermos internet, eletricidade, água e gás, estaremos realmente voltando à Idade da Pedra”, desabafou uma professora em Teerã, sob anonimato.