SEGURANÇA PÚBLICA

Flávio Bolsonaro critica Lula e destaca segurança em ato no RJ

Candidato à Presidência criticou medida de proibição de apostas online durante campanha em Jacarepaguá.

Por Sputnik Brasil Publicado em 26/09/2026 às 19:51
Flávio Bolsonaro durante ato de campanha em Jacarepaguá, RJ, focando na segurança pública. © Foto / Vittor Sales

O candidato à Presidência da República e senador, Flávio Bolsonaro (PL), voltou a criticar, neste sábado (26), no Rio de Janeiro (RJ), a Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que proíbe sites de aposta no Brasil e priorizou segurança pública durante ato em Jacarepaguá, Zona Sudoeste da capital fluminense.

Participaram também do evento o candidato ao Governo do Estado, Douglas Ruas, os candidatos ao Senado Carlos Portinho e Carlos Jordy, todos do PL e o candidato a deputado federal Gutemberg Fonseca (PL).

"Vamos trabalhar para resgatar a segurança no Brasil. O Brasil vai vencer!”, declarou o candidato. "A partir do ano que vem o Brasil vai ter outro presidente da República que vai combater o narcotráfico, vai reduzir a maioridade penal, proteger as mulheres de verdade [...] que vai devolver a primeira das soberanias que é a da segurança pública".

A motocarreata aconteceu a oito dias do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro.

Mais cedo, em ato de campanha em São João de Meriti (RJ), chamou Lula novamente de "pai do Tigrinho" e "pai do cassino online", criticando a MP assinada ontem (25). O candidato classificou a medida como eleitoreira, lembrando que o governo Lula regulamentou o setor em 2023, após autorização inicial de Temer. Na sexta, Flávio já havia chamado o presidente de "pai do tigrinho", em referência ao nome de uma das plataformas de apostas online.

As apostas online foram autorizadas na gestão do ex-presidente Michel Temer (2016-2018) e regulamentadas no governo Lula no fim de 2023, após passarem o mandato de Jair Bolsonaro. Até então 85 empresas estavam autorizadas, desde 2025, a atuar no país, mediante pagamento de outorga de R$ 30 milhões.