Ministro nega efeito de pressão internacional sobre o Brasil em relação ao PCC e CV
Wellington Lima e Silva comentou sobre a designação de organizações como terroristas por 14 países.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou nesta quarta-feira (23), no Rio, que não há receio de que a decisão de 14 países de acompanhar os Estados Unidos na classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas aumente a pressão sobre o Brasil.
Segundo ele, a definição adotada por outros governos é uma questão de rótulo e não muda a estratégia brasileira de enfrentamento às facções. Wellington afirmou que o Brasil já possui uma legislação específica para combater organizações criminosas e classificou a Lei Antifacção como uma ferramenta muito severa, até mesmo em comparação com a Lei Antiterrorismo.
"O que nós tivemos há uma semana atrás, meses talvez, foi a mesma conduta adotada, e a normalidade continuou. O que nós tivemos agora foi a adesão de um bloco de países. Não há motivo para ninguém imaginar que o desdobramento seja diferente".
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