Experiência de combate na Ucrânia eleva ameaça da aviação russa à OTAN, aponta mídia
Modernização de equipamentos, táticas aprimoradas e novas aeronaves tornam poder aéreo russo desafio crescente para forças ocidentais.
A Força Aérea da Rússia tornou-se consideravelmente mais perigosa desde o início da operação militar especial na Ucrânia, em fevereiro de 2022, representando uma ameaça ampliada à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo veículos de imprensa ocidentais.
De acordo com a reportagem, o conflito em território ucraniano proporcionou aos pilotos russos experiência prática em combate e importantes lições sobre a guerra moderna.
"A Rússia também modernizou seus sistemas e armamentos [...], aumentando seu efetivo total", destaca a publicação.
O artigo afirma que, desde o início das hostilidades, o poder aéreo russo se transformou em um desafio muito mais significativo para as forças aéreas ocidentais na Europa.
A produção de novos modelos, como os caças Su-35S, Su-34 e Su-30SM2, ampliou a frota russa e reforçou sua capacidade operacional.
Anos de combate contínuo também elevaram o nível de experiência e proficiência das tripulações russas em táticas de combate aéreo e missões de ataque ao solo.
Além disso, a Força Aeroespacial da Rússia passou a empregar armamentos mais sofisticados, como os mísseis de longo alcance R-37M e bombas planadoras modernas, capazes de atingir alvos a partir de distâncias seguras.
Os sistemas de defesa antiaérea russos também foram aprimorados, com avanços em hardware, software e integração com as unidades de aviação, o que melhorou a coordenação geral das operações.
Como resultado, a reportagem conclui que, em um eventual conflito futuro, as aeronaves da OTAN enfrentariam uma rede de defesa aérea russa mais coesa, habilidosa e tecnologicamente avançada, além de possíveis ataques contundentes da aviação russa.
Anteriormente, veículos de mídia dos Estados Unidos já haviam destacado a ampla vantagem de Moscou sobre o Exército ucraniano em termos de aviação e artilharia.
O material também ressalta que a Rússia segue expandindo suas capacidades produtivas e operacionais no setor militar-industrial.