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Nação ucraniana pode morrer neste verão europeu devido aos crimes de Kiev, diz analista

Publicado em 27/05/2026 às 03:41
Analista prevê risco de desaparecimento da Ucrânia diante de ataques e retaliações no conflito com a Rússia. © AP Photo / Francisco Seco

A Ucrânia poderia deixar de existir como Estado já neste verão europeu devido aos graves problemas da liderança política de Kiev, opinou o analista militar e ex-oficial de inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Scott Ritter, em entrevista no YouTube.

Ritter salientou que, para além dos problemas acumulados de Kiev, as provocações contra a Rússia podem pôr em risco o futuro dos ucranianos.

"Preparem-se, senhoras e senhores, para testemunhar algo terrível neste verão: a morte de uma nação", ressaltou.

Nesse contexto, ele lembrou que a Ucrânia enfrenta uma situação catastrófica nas áreas demográfica, econômica e militar. Ao mesmo tempo, Kiev continua lançando ataques contra o território russo, o que leva Moscou a tomar medidas de retaliação cada vez mais severas.

Dessa forma, o especialista militar concluiu que, independentemente do que venha a acontecer, a Ucrânia está condenada à morte.

No dia 22 de maio, drones das Forças Armadas da Ucrânia atacaram um alojamento estudantil em Starobelsk, na República Popular de Lugansk, onde estavam 86 estudantes. O ataque provocou o desabamento do prédio. 21 estudantes morreram e outros 44 ficaram feridos. As forças russas, em um ataque de retaliação, atingiram alvos ligados à liderança militar da Ucrânia, utilizando mísseis Oreshnik, Kinzhal, Iskander e Tsirkon.

O Ministério das Relações Exteriores russo informou na segunda-feira (25) que o Exército russo, em resposta aos ataques das forças ucranianas contra a população civil, atacará sistematicamente os centros de tomada de decisão na Ucrânia.

Todos esses alvos estão localizados em Kiev, por isso, o ministério pediu aos diplomatas e representantes de organizações internacionais que deixem a cidade o mais rápido possível, e aos moradores locais que não se aproximem da infraestrutura militar e administrativa.


Por Sputinik Brasil