TELEVISÃO

Você Bem Melhor relata uma longa jornada pelo diagnóstico de doença base

Entrevistada busca constantemente por alternativas terapêuticas contra a dor

Por Vera Jardim Publicado em 07/01/2026 às 09:33
Gabriela Souza / TV Aparecida

A artesã Cintia Rocha e a especialista Maria Caroline Alves Coelho, coordenadora do ambulatório de osteometabolismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as convidadas do "Você Bem Melhor" desta semana. A edição do programa da TV Aparecida, que vai ao ar no sábado (10/1), às 16h, traz mais um complicado caso médico para ser contado, com apresentação do Dr. Rodrigo Gurgel.

A produção conta que a história de Cintia começa em 2015, após uma reação alérgica grave a um medicamento, que levou a uma longa internação, uso intenso de remédios e ao surgimento de dores articulares severas. A partir de 2016, as dores se intensificaram, principalmente no quadril, comprometendo a mobilidade e a rotina diária. A busca por respostas foi lenta e difícil, marcada por longas esperas no sistema público de saúde e a necessidade de recorrer a diferentes especialistas e exames até que fosse possível compreender a gravidade do quadro.

Com o avanço das dores e das limitações físicas, iniciou-se uma luta para minimizar danos e aliviar o sofrimento. Mesmo com cirurgias, procedimentos conservadores, reabilitação intensiva, e o uso de medicações para dor, algumas intervenções não tiveram o resultado esperado, exigindo novas abordagens e adaptações constantes para garantir qualidade de vida e evitar complicações maiores.

E nos anos seguintes, surgiram dores em outras regiões do corpo de Cíntia, como ombros, joelhos, mãos, tornozelos, coluna e mandíbula, o que ampliou ainda mais a investigação médica. Houve o temor de doenças graves, mas que foram descartadas após exames complexos. A ausência de um diagnóstico definitivo levou à busca por universidades e centros especializados, onde foram realizados estudos aprofundados e uma extensa bateria de exames para excluir diversas doenças raras, autoimunes e genéticas.

A história de Cíntia é marcada pela persistência na busca por respostas e por alternativas terapêuticas que amenizem as dores e permitam seguir em frente, apesar das incertezas.

"Você Bem Melhor", sábado, às 16h

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