POLÍTICA

Lula critica venda de armas e milícias em declaração sobre o futuro do Brasil

Presidente destaca a importância de avanços sociais em detrimento da violência e corrupção.

Por Estadao Conteudo Publicado em 04/10/2026 às 09:56
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva Breno Araújo

O presidente da República e candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à disputa ao Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse neste domingo, 4, que o Brasil não vai avançar no que a população necessita com a facilitação de venda de armas, sob o domínio de milicianos nem com a "orgia" da quadrilha envolvida com os escândalos do Banco Master.

"O Brasil não irá para frente facilitando a venda de armas, o País irá para frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas. Não iremos para frente com o miliciano, não iremos para frente com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master. O Brasil vai para frente com seriedade, caráter e dignidade dos seus governantes", afirmo há pouco a jornalistas, após votar em um colégio de São Bernardo do Campo, São Paulo.

O petista afirmou ainda que este domingo é um "dia glorioso para o Brasil" e disse que a eleição representa a escolha de um projeto para o País. Segundo ele, os eleitores decidirão entre "o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie", bem como entre "o desenvolvimento e o atraso" e entre "o crescimento econômico e o retrocesso".

"Eu estou muito confiante, não só pelo governo que fizemos, mas pelo trabalho que realizamos durante a campanha", afirmou. O presidente acrescentou que acredita ter ampla participação eleitoral em todo o território nacional e declarou estar "certo" de que vencerá a eleição.

O candidato também ressaltou a importância da participação popular no pleito. "O fato concreto é as pessoas se mobilizarem democraticamente", disse, ao defender o comparecimento às urnas inclusive de eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.