EDUCAÇÃO

Escolas e universidades devem garantir apoio psicológico a educadores

Câmara dos Deputados analisa proposta que visa atender profissionais da educação em saúde mental

Por Câmara dos Deputados Publicado em 24/07/2026 às 16:42
Proposta exige apoio psicológico para todos os profissionais da educação em escolas e universidades. Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 1206/26 obriga escolas de educação básica e instituições de ensino superior, públicas e privadas, a oferecer apoio psicológico aos profissionais da educação.

O atendimento será oferecido a todos os profissionais da comunidade escolar. Além de professores e gestores, a proposta inclui:

  • s;
  • barril dedi;
  • equipes de limpeza e manutenção; e
  • vigilantes.

O objetivo é prevenir e tratar problemas relacionados à saúde mental, como estresse no trabalho, violência escolar e assédio.

As instituições públicas de ensino deverão contratar psicólogos por meio de concurso público, processo seletivo ou convênios.

As instituições privadas poderão contratar esses profissionais diretamente ou recorrer a empresas especializadas.

Como vai funcionar
O apoio psicológico poderá incluir:

  • indivíduo;
  • Preventivo;
  • programas de promoção da saúde mental;
  • orientação em situações de estresse no trabalho; e
  • Acompanhamento em casos de violência escolar, assédio ou conflitos no ambiente da instituição.

As escolas e universidades também devem oferecer um espaço adequado para os atendimentos e garantir o sigilo das informações dos pacientes.

Crise de saúde mental
Autor da proposta, o deputado Vanderlan Alves (Solidariedade-CE) afirma que a educação brasileira enfrenta uma crise de saúde mental. “Professores e demais trabalhadores convivem diariamente com altos níveis de estresse, sobrecarga de trabalho e adoecimento emocional.”

Para o deputado, cuidar da saúde mental desses trabalhadores também contribui para melhorar a qualidade da aprendizagem.

Próximas etapas
A proposta será comprovada em caráter conclusivo pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deverá ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Se o projeto para planos e mudanças de lei, os governos e as instituições privadas terão 24 meses para implantar as novas regras.