SEGURANÇA PÚBLICA

Eleições no Rio terão monitoramento intensivo com 50 mil câmeras

Ação conjunta das forças de segurança visa garantir a tranquilidade do primeiro turno eleitoral.

Por Sputnik Brasil Publicado em 04/10/2026 às 00:17
Monitoramento em tempo real com mais de 50 mil câmeras no Rio de Janeiro para as eleições. © Foto / Fernando Frazão / Agência Brasil

Centro Integrado de Comando e Controle reunirá forças estaduais e federais para monitorar o primeiro turno neste domingo (4).

O governo do Rio de Janeiro montou um quartel-general no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, região central da capital, para monitorar e coordenar as ações de segurança durante o primeiro turno das eleições, neste domingo (4). O esquema começou na manhã deste sábado (3) e seguirá até a noite de domingo.

A operação conta com mais de 50 mil câmeras espalhadas pelo estado, muitas delas equipadas com reconhecimento facial e leitura de placas, com transmissão de imagens em tempo real para a central.

Segundo o governo estadual, são 33.900 câmeras do Sistema 190 Integrado, 15.300 câmeras corporais acopladas aos uniformes de policiais militares e 1.544 câmeras instaladas em viaturas da Polícia Militar.

O Gabinete de Gestão de Crise do CICC reunirá representantes das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Gabinete de Segurança Institucional, além do Exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Correios e Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A estrutura também contará com a cúpula da PM e oficiais dos comandos de policiamento da região metropolitana.

As ações serão coordenadas em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em cada uma das 165 zonas eleitorais, sendo 49 na capital e 116 nos demais municípios, haverá um oficial da Polícia Militar atuando ao lado do juiz eleitoral responsável.

Segundo o governo estadual, o contato permanente entre os oficiais e os juízes permitirá que o comando da segurança seja informado antecipadamente sobre ocorrências que possam afetar a rotina da votação e agilizar a mobilização das unidades operacionais.