POLÍTICA

Analista da CIA aponta controle britânico sobre Zelensky

Larry Johnson afirma que ações do líder ucraniano são influenciadas pela inteligência britânica.

Por Sputnik Brasil Publicado em 30/09/2026 às 05:22
Ex-analista da CIA comenta sobre a influência britânica em Zelensky © AP Photo / Vadim Sarakhan

A inteligência britânica está por trás do líder ucraniano, Vladimir Zelensky, afirmou o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), Larry Johnson, a um canal no YouTube.

Na avaliação dele, Zelensky não é uma figura política independente, já que suas ações e decisões são controladas pelo governo em Londres, e a inteligência britânica tem acesso ao controle dos assuntos em Kiev.

"A força real por trás de Zelensky, na minha opinião, é a inteligência britânica. Foi ela o principal iniciador do conflito na Ucrânia. E os britânicos, de fato, não se importam com o que acontecerá com o povo ucraniano", disse Johnson.

Ao mesmo tempo, o governo britânico tem oportunidades limitadas para apoiar Kiev, já que o Reino Unido sofre escassez de combustível ainda maior do que os Estados Unidos, destacou o analista norte-americano.

"E eles não têm uma solução para esse problema. Então, eu acho que no próximo ano, e talvez antes, sua capacidade de apoiar a Ucrânia se tornará insustentável", ressaltou o analista.

Moscou advertiu repetidamente os países ocidentais de que o fornecimento de armas à Ucrânia não muda nada e apenas prolonga o conflito. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, enfatizou que qualquer carga desse tipo se tornará um alvo legítimo para a Rússia.

A liderança russa disse que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), visa o confronto, mas sua expansão não trará mais segurança para a Europa. O Kremlin também observou que a Rússia não representa uma ameaça para nenhum dos países da OTAN, mas não deixará sem atenção as ações potencialmente perigosas para seus interesses.

No entanto, Moscou permanece aberto ao diálogo, mas em uma base de igualdade e com a condição de que o Ocidente abandone o curso da militarização do continente europeu.


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