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Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis

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Publicado em 28/05/2026 às 08:39
Gaeco e Receita Federal investigam atuação do PCC no setor de combustíveis em cinco estados.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal fazem uma operação nesta quinta-feira (28) em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Rio de Janeiro para investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis. O objetivo é desmontar um esquema de fraude, sonegação e lavagem de dinheiro no setor.

O foco principal das autoridades é sobre seis fintechs – que atuam como bancos paralelos – e também para comprovar a adulteração de combustível com uso de solvente (NAFTA).

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A operação tem o nome de Fluxo Oculto e é uma nova fase da Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e de investimentos.

As investigações do Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que funciona com compensações financeiras internacionais entre distribuidoras e postos de combustíveis e fundos de investimentos administrados pelo PCC.

A facção criminosa atua também no desvio de nafta petroquímica para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura forte para venda de solventes a empresas fantasmas .

Estão sendo cumpridos 55 mandatos de busca e apreensão, com apoio dos Gaecos, dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná.