AGRONEGÓCIO

Produtividade no campo impacta perspectivas para próxima safra no Norte e Nordeste do país

Com margens apertadas, investimento em sementes com altos níveis de vigor e germinação pode ser fundamental para garantir a rentabilidade das lavouras

Por Assessoria Publicado em 05/05/2026 às 14:47
Boa Safra Divulgação

À medida que o Brasil caminha para o início do ciclo agrícola 2025/26, o foco de produtores, pesquisadores e indústria está voltado para um dos maiores desafios do agronegócio: elevar a produtividade mesmo diante de oscilações climáticas e desafios logísticos. Para a próxima safra, estudos apontam uma redução, estimada em 1,8% (ou menos 6,3 milhões de toneladas), frente a 2025, com projeção de uma produção de 339,8 milhões de toneladas de grãos. Assim, o próximo ciclo agrícola começa em um contexto de preços voláteis e desafios climáticos que ainda pressionam a produtividade em diferentes regiões do Brasil e reforçam a importância de insumos robustos que aumentem as chances de sucesso no campo. 

A adoção de sementes com elevado vigor e alto potencial genético é apontada por técnicos como estratégia essencial para esse resultado. Estudos oficiais do Ministério da Agricultura já indicaram que sementes de alta qualidade podem elevar a produtividade de soja entre 10% e 15%, graças a atributos como alta germinação, e maior resistência a pragas e estresses ambientais. É por isso que mais de 90% do portfólio da Boa Safra para o Norte e Nordeste do país conta com TSI (Tratamento de Sementes Industrial). “Mais do que um processo técnico, o TSI é um investimento de precisão para proteger o potencial produtivo desde o início da safra”, afirma Luciano Cavalcante, gerente Comercial da Regional Norte da empresa que é líder na produção de sementes no Brasil. 

Segundo dados do IBGE, a safra de grãos no Norte e Nordeste atingiu aproximadamente 50 milhões de toneladas em 2025, cerca de 16% da produção brasileira. Em todo país, a produção foi de 346,1 milhões de toneladas, um recorde na série histórica, iniciada em 1975. O número é o dobro do registrado em 2012. A área plantada, porém, não cresceu na mesma velocidade, variando apenas 66,8% no mesmo período. Isso se deve ao aumento da produtividade nos campos brasileiros. 


A Boa Safra possui uma carteira que alinha variedade regional e alta tecnologia, oferecendo aos cultivos dos estados da região 41 tipos de sementes de soja e oito de trigo, além de híbridos BS005 e BS007 para o Maranhão, Tocantins, Pará e Piauí. Em comum, todas foram desenvolvidas com avançados processos de controle de qualidade, que envolvem testes de germinação, vigor, emergência em canteiro e análises com inteligência artificial. Tudo para garantir performance acima da média de mercado e uniformidade no estande de plantas. Como resultado, os últimos índices de vigor e germinação média das sementes chegaram a 89% e 94%, respectivamente. 

“A Boa Safra sempre foi comprometida com a excelência, fornecendo sementes de alto padrão que são sinônimo de vigor e germinação superior entre os agricultores. E isso tem impacto direto na produtividade. Investimos em tecnologia e controles de qualidade rigorosos para assegurar que cada semente entregue contribua ao máximo para o sucesso das lavouras”,  completa o gerente. A empresa ainda trabalha com sementes de feijão, milho, forrageiras, sorgo e arroz. 

Estrutura e proximidade com produtor ganham peso nas decisões dos produtores

Além de sementes de alto desempenho, a estrutura oferecida aos produtores também é relevante na hora de decidir os insumos para o próximo plantio. Foi o que levou a Boa Safra a oferecer um serviço completo de armazenagem para sementes, com infraestrutura refrigerada, tecnologia de ponta e operação especializada. São mais de 123.000 m² de armazéns refrigerados, localizadas estrategicamente em importantes polos produtores do país, com temperatura e umidade controlada 24h, garantindo as condições ideais para manter o vigor e a germinação de cada cultura. O Norte e Nordeste contam com unidades em Jaborandi (BA), Balsas (MA) e Paraíso (TO).

“Com a perspectiva de uma safra que pode ser marcada por desafios climáticos e maior exigência por eficiência, os produtores do Norte e Nordeste precisam de sementes de alta qualidade para garantir o melhor rendimento possível à sua lavoura. Investir em matéria-prima de ponta passou de diferencial competitivo para uma condição quase mandatória para garantir rentabilidade e sustentabilidade no campo”, finaliza Luciano.

Sobre a Boa Safra

Fundada em 2009, a Boa Safra (SOJA3) é líder na produção de sementes de soja - mercado que domina com um market share de 10% - e uma das principais sementeiras do Brasil. Com sede em Formosa (GO) e escritórios em Brasília (DF), a companhia ampliou sua atuação após o IPO realizado em 2021, consolidando sua presença no mercado nacional com um portfólio diversificado que inclui sementes de milho, sorgo, trigo, feijão e forrageiras.

Comprometida com eficiência, qualidade e excelência operacional, a Boa Safra investe continuamente em tecnologia avançada e infraestrutura inovadora, assegurando sementes de alto valor agregado, com índices de vigor e germinação acima da média do mercado, contribuindo diretamente para o aumento da produtividade do produtor rural. Presente nas regiões Centro-Oeste, Sul, Sudeste e MATOPIBA - importantes polos agrícolas do país -, a empresa vem expandindo sua estrutura e capacidade produtiva, atualmente em 280 mil big bags de sementes de soja.