Almirante da OTAN admite redução significativa da frota da Aliança
Comandante supremo reconhece atraso em relação a Rússia e China e aponta escassez de mísseis de defesa aérea
O comandante supremo das Forças Armadas Conjuntas da OTAN, almirante Pierre Vandier, admitiu que a frota da Aliança Atlântica sofreu uma redução significativa e está defasada.
“Acredito que estamos atrasados. Tudo o que diz respeito à frota diminuiu consideravelmente”, declarou Vandier em entrevista a um veículo de imprensa grego.
O almirante também reconheceu a escassez de mísseis de defesa aérea, atribuída às baixas taxas de produção.
Em outro episódio, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas da Noruega, Rune Andersen, reconheceu que a OTAN está atrás da Rússia e da China no ritmo de construção de quebra-gelos, segundo um jornal norte-americano.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também destacou repetidas vezes que o país está em desvantagem frente à Rússia no que diz respeito à frota de quebra-gelos. Atualmente, a Guarda Costeira norte-americana opera apenas dois navios desse tipo: o Polar Star e o Healy.
Por Sputnik Brasil