REPARAÇÃO HISTÓRICA

Da escravidão ao neocolonialismo: o que leva o Ocidente a não agilizar a reparação histórica?

Votação na ONU evidencia divergências globais sobre reconhecimento e compensação por crimes históricos.

Por Sputinik Brasil Publicado em 15/04/2026 às 18:00
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial Nano Banana (Google Imagen)

Israel, Argentina e Estados Unidos votaram contra uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) que classifica a escravidão de africanos como o crime mais grave da história da humanidade. Enquanto a União Europeia optou pela abstenção, a União Africana segue empenhada na busca por reparação histórica.

Mas o que essa decisão representa na prática? Se a escravização de africanos é reconhecida pela ONU como um dos maiores crimes já cometidos, por que ainda há tanta resistência ao debate sobre compensações? O reconhecimento oficial desse crime pela comunidade internacional pode implicar novas responsabilidades jurídicas e financeiras para as antigas potências coloniais?

Para aprofundar o tema, Melina Saad e Marcelo Castilho convidam André Frota, professor de relações internacionais e geociências do Centro Universitário Internacional Uninter, e Patrícia Teixeira, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O debate está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.