Arapiraca inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 com foco em grupos especiais
Município disponibiliza 42 salas de vacinação e prioriza imunização de gestantes, crianças e idosos
Foto: Pablício Vieira – Ascom Arapiraca
Nesta segunda-feira (30), a Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu início à Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026. Ao todo, o município conta com 42 salas de vacinação, e todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) já estão oferecendo o imunizante.
Na fase inicial, a campanha tem como objetivo atualizar o cartão de vacinação dos grupos prioritários de rotina, especialmente gestantes, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e idosos com 60 anos ou mais. Outros grupos especiais também serão contemplados; confira a lista completa:
– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
– Gestantes
– Idosos a partir de 60 anos
– Trabalhadores da Saúde
– Trabalhadores dos Correios
– Puérperas
– Professores dos ensinos básico e superior
– Povos indígenas
– Pessoas em situação de rua
– Profissionais das forças de segurança e de salvamento
– Profissionais das Forças Armadas
– Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade)
– Pessoas com deficiência permanente
– Caminhoneiros
– Trabalhadores do transporte (urbano e de longo curso)
– Trabalhadores portuários
– Funcionários do sistema de privação de liberdade
– População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos)
Para receber a vacina, é necessário apresentar documento com foto, CPF, Cartão Nacional de Saúde (CNS) e o cartão de imunização. O imunizante aplicado é uma vacina trivalente, que protege contra os dois tipos de influenza A (H1N1 e H3N2) e a influenza B.
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A vacinação anual é fundamental, já que o vírus influenza sofre mutações frequentes, o que pode comprometer a eficácia das doses anteriores. Com cada nova campanha, a composição da vacina é atualizada para garantir proteção contra as variantes mais circulantes do período, reduzindo riscos de complicações, internações e óbitos, além de evitar a sobrecarga nos serviços de saúde e proteger os grupos mais vulneráveis.