Artigos

Economia para todos

Por Laurentino Veiga Publicado em 09/05/2026 às 08:00
Laurentino Veiga Assessoria

“Os economistas produzem bons diagnósticos, mas não garantem boas terapêuticas ”. KENNET Arrow, Prêmio Nobel de Economia. O Economistas são importantes nos governos municipais, estaduais e federal. E, por isso, merecem toda a atenção no que tange ao desenvolvimento do Brasil como um todo.

Adam Smith, no seu famoso livro A Riqueza das Nações (1776), advogou o mercado como regulamentador dos bens e serviços econômicos. Notabilizou-se na Europa, bem como noutros hemisférios. Foi o pioneiro na normatização da Economia, suas ações, e porque não dizer; seus ideais como ciência.

À frente da FEJAL, o saudoso Professor José Damasceno de Lima, acatou o pedido do Presidente do CORECON-AL, para que eu pudesse lecionar Economia do Setor Público, Formação Econômica do Brasil, Comércio Exterior no Cesmac. À época, Marcos Antônio Moreira Calheiros Coordenava o curso de Ciências Econômicas, criado pelo então diretor-geral da Instituição criada pelo Cônego Padre Teófanes Araújo de Barros.

A minha missão em divulgar a Economia continua até hoje na imprensa alagoana. A Economia divise-se em: Microeconomia e Macroeconomia que cuida dos agregados econômicos. Possui três setores, a saber: Primário (atividades pastoris), Secundário (indústria) e, finalmente, Terciário (bancos e serviços econômicos em geral).

No ano 2001, lancei meu quinto livro O Engodo da Globalização. Prefaciado pelo amigo-irmão Marcos Calheiros que, por sinal, me indicou para ser Conselheiro efetivo da Casa do Economista situada na rua Dias Cabral, 165 – 1º Andar. Fone: 823221-3850). Lá, se encontra o acervo da saga do Conselho Regional de Economia:

“ O professor Laurentino Veiga, participa do dia a dia da sociedade alagoana como membro de diversos colegiados de classe de representação estadual. Assim sendo, os leitores têm a partir deste livro, de forma sucinta e objetiva, exibindo rara combinação de profundidade e clareza, uma obra para analisar o passado e entender as complexas indagações do presente ”.

A bem da verdade, escrevi o Engodo da Globalização para ajudar os leigos compreenderem a “ ciência severa da escassez “. Depois, enfoquei os tópicos: Planos Econômicos, Desemprego, Priorizar o social, SUDENE, Privatização versus estatização, Nordeste, Abertura Econômica, Crescimento versus desenvolvimento, Liberalismo X Intervencionalismo, Políticas Econômicas.

A Globalização Econômica prende-se a esse pensamento: Os tempos do estatismo e do nacional-desenvolvimentismo pertencem ao passado. O cognominado “Modelo de Importações”, originado na concepção cepalina, isto é, “voltado para dentro”, estatizante por excelência, está literalmente ultrapassado. E, com isso, morreu o Estado-Nação, rotulado de “ megaestado.

Por essas razões, a Macroeconomia estabelece nos dias atuais mercado aberto às nações. Isto é, os países se modernizaram para atender às demandas do Comércio Exterior O mundo gira em direção ao entendimento macro dos atuais governantes.