Médica do Hospital Metropolitano alerta para sinais de doenças na tireoide e ressalta oferta de tratamento pelo SUS
Especialista destaca a importância do diagnóstico precoce e informa que o Hospital Metropolitano oferece acompanhamento e tratamento gratuito para nódulos tireoidianos.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reforça a importância de estar atento aos sinais de alterações na tireoide, glândula localizada no pescoço responsável pela produção de hormônios essenciais para o metabolismo, crescimento e equilíbrio do organismo.
Entre os principais distúrbios associados à tireoide estão os nódulos tireoidianos, alterações relativamente comuns, geralmente benignas. Contudo, alguns nódulos podem apresentar características suspeitas, exigindo investigação específica e, em alguns casos, intervenção cirúrgica.
A cirurgiã de cabeça e pescoço Ana Carolina Pastl , do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, destaca que o diagnóstico precoce é fundamental para garantir o tratamento adequado e evitar complicações.
"Em nosso serviço, conseguimos oferecer desde consultas especializadas e exames diagnósticos até o tratamento cirúrgico para os pacientes. O Hospital Metropolitano de Alagoas oferece tratamento para nódulos tireoidianos, sejam eles malignos ou benignos", ressalta a médica.
Diagnóstico
A identificação dos nódulos pode ser realizada por meio do exame físico do pescoço e da ultrassonografia da tireoide. A Sesau alerta para sinais que não devem ser ignorados, como presença de caroço palpável no pescoço, dificuldade para engolir e alterações na voz.
De acordo com Ana Carolina Pastl, o Hospital Metropolitano de Alagoas disponibiliza envio especializado para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento realizado por cirurgiões de cabeça e pescoço e endocrinologistas.
"No Hospital Metropolitano, conseguimos oferecer o acompanhamento desses pacientes, tanto com cirurgiões de cabeça e pescoço quanto com endocrinologistas. É importante que qualquer pessoa que perceba alterações procure inicialmente uma Unidade Básica de Saúde para o rastreio adequado e, se necessário, seja encaminhada ao especialista", orienta a médica.