SAÚDE

Hospital Metropolitano de Alagoas realiza cirurgia de câncer de pele com reconstrução imediata

Tumor foi removido com margens de segurança oncológica e paciente recebeu reconstrução da área afetada durante o mesmo procedimento.

Publicado em 07/05/2026 às 15:58
Equipe do Hospital Metropolitano realiza cirurgia de câncer de pele com reconstrução imediata em paciente. Neide Brandão / Ascom Hospital Metropolitano de AL

O Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, realizou com sucesso a cirurgia de um paciente do interior do estado, diagnosticado com câncer de pele na região da orelha. O procedimento foi conduzido pela equipe de cirurgia de cabeça e pescoço da unidade.

O paciente apresentava uma lesão ulcerada suspeita de carcinoma basocelular no pavilhão auricular, o tipo mais comum de câncer de pele. Durante a cirurgia, o tumor foi completamente retirado com margens de segurança oncológica, técnica essencial para reduzir o risco de recidiva da doença.

Além da retirada da lesão, a equipe realizou, no mesmo tempo cirúrgico, a reconstrução da área afetada por meio de enxerto de pele. Dessa forma, foi assegurado não apenas o tratamento oncológico, mas também a reabilitação estética e funcional do paciente.

De acordo com a cirurgiã de cabeça e pescoço responsável pelo procedimento, Ana Carolina Pastl, o Hospital Metropolitano de Alagoas tem atuado de forma completa no cuidado a pacientes com esse tipo de diagnóstico. “Além da retirada dos tumores primários ou recidivados, garantimos a reconstrução das áreas afetadas”, destacou.

O atendimento integra o Centro de Oncologia do HMA, que faz parte do Plano Estadual de Oncologia e amplia o acesso da população a tratamentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A especialista reforça a importância de buscar avaliação médica diante de qualquer alteração suspeita na pele, especialmente em regiões como face, orelhas e pescoço.

“Lesões que não cicatrizam, feridas ou alterações na pele devem ser investigadas. O diagnóstico precoce faz toda a diferença no tratamento e nas chances de cura”, alerta Ana Carolina Pastl.