SEGURANÇA

Operação Desarme: Polícia Militar alcança resultados expressivos em Alagoas

Por Ascom PMAL Publicado em 23/03/2026 às 15:12
Ao todo, 30 pessoas foram presas, um artefato explosivo foi neutralizado e 303 munições, apreendidas Ascom PMAL

A Polícia Militar de Alagoas (PMAL) alcançou a marca de 66 armas de fogo apreendidas durante ações da Operação Desarme, desencadeada em todo o país, de 14 a 19 de março, sob a coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

 

 

As unidades especializadas da PM-AL, como os batalhões de Rotam e de Operações Policiais Especiais (Bope) e companhias de Raio e de Choque, além de unidades de área, registraram 67 ocorrências no período.

 

 

Ao todo, 30 pessoas foram presas, um artefato explosivo foi neutralizado e 303 munições, apreendidas. Os registros trazem, ainda, 26 mandados judiciais cumpridos por envolvimento em diversos crimes.

 

 

Em uma das ocorrências, a Polícia Militar apreendeu dez armas de fogo de fabricação caseira, do tipo calibre 12, além de munições, no bairro do Pontal da Barra, em Maceió.

 

 

“A operação em Alagoas foi extremamente bem-sucedida e os resultados obtidos reforçam o compromisso da Polícia Militar com a segurança dos alagoanos. Em todo o País, as ações foram assertivas e representam o combate a ações ilícitas, em diversas frentes”, destacou o comandante de Missões Especiais da PM, tenente-coronel Henrique Jatobá.

 

 

Operação Desarme 

 

 

Os resultados nacionais trazem mais de 2.000 criminosos presos e quase 600 armas apreendidas na 1ª edição da operação, uma iniciativa de abrangência nacional voltada ao enfrentamento qualificado do tráfico ilícito de armas de fogo, munições e explosivos.

 

 

A ação foi coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e causou prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime organizado, com 574 mandados de busca e apreensão cumpridos.

 

 

Os resultados preliminares registram a apreensão de 16 toneladas de drogas, 17.282 munições, 2.123 pessoas presas e mais de 595 armas de fogo. O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, avalia que a Operação Desarme representa um avanço na política nacional de segurança pública ao priorizar ações estruturadas e contínuas contra os principais pilares que sustentam a criminalidade organizada no Brasil.

 

 

Diligências

 

 

Participaram da operação as polícias civis e militares, por meio da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc) e da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe), além da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal do Brasil (RFB), garantindo atuação coordenada em áreas estratégicas, como fronteiras, rodovias, portos e aeroportos.

 

 

A ação foi conduzida com base na Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública (DNAISP), de forma simultânea, em todo o território nacional, reunindo esforços integrados entre União e estados.

 

 

A Operação Desarme teve como objetivo atingir estruturas essenciais do crime organizado, especialmente o fluxo ilícito de armamentos, considerado um dos principais vetores de sustentação de atividades criminosas, como tráfico de drogas, roubos a instituições financeiras e homicídios.

 

A operação também reforça o compromisso das instituições de segurança pública com a atuação integrada, baseada em inteligência e análise criminal, visando resultados sustentáveis no enfrentamento ao crime.