Dinheiro tira o sono de 7 em cada 10 brasileiros; como evitar que a preocupação financeira adoeça toda a família?
Uma pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revela que 89% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros. A falta de dinheiro foi apontada como a principal preocupação por 80% dos entrevistados.
O levantamento, realizado em agosto de 2026 com 1.140 pessoas, mostra reflexos diretos sobre o bem-estar:
71% afirmam que as finanças afetam o sono;
53% percebem impactos no humor;
50% relatam prejuízos à autoestima;
47% sentem a estabilidade emocional comprometida;
62% já deixaram de buscar ajuda psicológica por falta de dinheiro;
70% acumularam dívidas em razão de dificuldades emocionais;
37% passaram a depender de crédito.
Os números mostram um ciclo difícil de interromper: a falta de dinheiro provoca ansiedade, insônia e vergonha; emocionalmente fragilizada, a pessoa pode perder a capacidade de planejar, evitar abrir contas, recorrer ao crédito ou realizar compras impulsivas para aliviar o sofrimento.
Dentro de casa, essa tensão pode atingir o casal e chegar aos filhos. Crianças e adolescentes percebem mudanças no comportamento dos adultos, discussões e cortes na rotina, mas nem sempre compreendem o que está acontecendo.
Entre os assuntos que a especialista pode abordar estão:
Como diferenciar preocupação proporcional de ansiedade incapacitante;
O ciclo entre sofrimento emocional, desorganização e endividamento;
Vergonha e culpa relacionadas às dívidas;
Compras impulsivas como tentativa de aliviar emoções;
Como a pressão financeira interfere nos relacionamentos;
Como abordar dívidas sem humilhar ou atacar o companheiro;
De que maneira crianças percebem a insegurança financeira;
O risco de compartilhar preocupações adultas em excesso com os filhos;
Como explicar cortes no orçamento sem assustar as crianças;
Sinais de que a preocupação financeira está comprometendo a rotina;
Estratégias para recuperar a sensação de controle;
Como buscar apoio psicológico quando o orçamento está limitado;
Quando o sofrimento exige atendimento profissional.
Vamos falar sobre isso?
A neuropsicóloga Fabiane Fagundes está disponível para entrevistas e pode explicar como as preocupações financeiras afetam o comportamento, a autoestima e as relações familiares, além de orientar os pais sobre como conversar com crianças e adolescentes sem transmitir culpa ou insegurança excessiva.
Fabiane Fagundes
Neuropsicóloga
CRP 09/17242
Maré Comunicação
Assessoria de Imprensa
Maria Eduarda Shaiblich
62.98485.3975