Ministério russo informa ataque contra alvos militares em Kiev e outras cidades
Segundo Moscou, a ação atingiu instalações do complexo militar-industrial, aeródromos militares e centros de recrutamento territorial
O Ministério da Defesa da Rússia informou que, na noite de 15 de junho, o Exército russo realizou um ataque massivo contra alvos militares em Kiev.
De acordo com o comunicado, as Forças Armadas russas, “em resposta aos atos terroristas do regime de Kiev”, realizaram um ataque maciço com armas de longo alcance de alta precisão de baseamento aéreo, naval e terrestre, além de drones.
O ministério afirmou que os alvos incluíram instalações do complexo militar-industrial nas cidades de Kiev, Carcóvia e Dnepropetrovsk, além de aeródromos militares e centros de recrutamento territorial.
Segundo a pasta, todos os objetivos do ataque foram alcançados.
As forças russas atingiram, conforme o comunicado, a fábrica Mayak, em Kiev, que produzia propulsores de lançamento para mísseis de cruzeiro ucranianos Flamingo.
Também foram atingidas a fábrica Radar, que produzia componentes para drones, e uma oficina de preparação de drones localizada no território do estúdio de cinema Dovzhenko.
O Ministério da Defesa russo informou ainda que foram atingidas empresas da Ukr Armo Tech, onde eram montadas peças de combate para drones e mísseis de vários tipos, a Fábrica de Agregados de Kiev e a Fábrica de Montagem Aérea 410 de Aviação Civil.
Segundo o texto, nesses locais eram produzidas aeronaves e naves espaciais, fabricados motores a jato, realizados reparos e produzidos componentes para drones de longo e médio alcance.
A entidade militar russa declarou ainda que o complexo de edifícios da Lavra de Kiev-Pechersk, em Kiev, foi atingido por um míssil do sistema antiaéreo americano Patriot do Exército ucraniano. De acordo com o Ministério da Defesa russo, a causa poderia ser um míssil com prazo de validade expirado.
O ministério ressaltou que o Exército russo não realiza nem planeja ataques contra instalações da infraestrutura civil.
Por Sputnik Brasil