Afrânio Boppré (PSOL-SC) promete eliminar candidaturas da extrema direita
Candidato ao Senado criticou tentativas de boicote ao governo de Lula durante ato de campanha.
O candidato ao Senado Afrânio Boppré, do PSOL de Santa Catarina, afirmou neste sábado, 19, que o Estado não deve eleger a extrema direita para o legislativo, durante um ato de campanha com o Presidente Lula (PT), que busca a reeleição.
"A extrema direita, de inspiração fascista, tem dois olhares: tentar impedir a vitória de Lula e, caso não consiga, eleger o maior número possível de senadores e deputados federais para sabotar seu governo. Mas isso não vai dar certo, vamos eleger o Presidente no primeiro turno", declarou Boppré.
Ele destacou ainda que, como o plano A já falhou, o plano B consiste em enviar Carluxo, referindo-se a Carlos Bolsonaro, de volta para o Rio de Janeiro. Carlos é candidato ao Senado por Santa Catarina e ex-vereador do Rio. "Vamos mandá-lo de volta", disse Boppré.
Afrânio também criticou o ex-governador Esperidião Amim, outro candidato ao Senado, afirmando que ele não deve ser eleito devido ao seu apoio a uma possível anistia para os participantes do Golpe de 8 de janeiro. "Amim, filho da ditadura, que fica querendo anistia de golpista não vai ser senador, é bananeiro que já deu cacho", enfatizou.
Por fim, o candidato reforçou a importância de votar em todos os integrantes da chapa que apoia Lula: "Quem vota no Afrânio vota no Décio Lima, esse é o segredo da vitória da nossa chapa."