Renato afirma que combater a fome deveria ser o primeiro dever de qualquer político
Programa Prato Cheio, criado durante sua gestão como prefeito do Pilar, chegou a fornecer mais de 3 mil refeições por dia para famílias em situação de vulnerabilidade
A experiência de distribuição gratuita de alimentação implantada no Pilar durante a gestão de Renato Filho (MDB) está entre as políticas que o candidato a deputado federal pretende ampliar em Alagoas. Criado em 2017, o programa Prato Cheio chegou a fornecer mais de 3 mil refeições por dia, atendendo cerca de 800 famílias em situação de vulnerabilidade social.
As refeições eram preparadas a partir de cardápios elaborados por nutricionistas e distribuídas gratuitamente às famílias atendidas pelo programa. Em 2023, a experiência desenvolvida no Pilar chegou a ser apresentada no 1º Fórum Nacional de Nutricionistas na Assistência Social, realizado em Santa Catarina.
“Quando chegamos à Prefeitura, encontramos famílias que tinham dificuldade para garantir a alimentação dentro de casa. O Prato Cheio nasceu para enfrentar essa realidade. Conseguimos transformar o combate à fome em uma política permanente, garantindo comida de qualidade e de graça para quem mais precisava”, afirma Renato Filho.
A iniciativa também foi associada ao fortalecimento da agricultura familiar. Durante a gestão de Renato, o município realizou chamada pública para aquisição de alimentos produzidos por agricultores familiares destinados ao Prato Cheio e à alimentação escolar. Em 2023, Pilar também instituiu a Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.
Como deputado federal, Renato pretende atuar na busca de recursos e no fortalecimento de programas federais que permitam aos municípios ampliar ações de segurança alimentar, especialmente no interior de Alagoas. A proposta é aproveitar mecanismos que também estimulem a compra da produção de agricultores familiares locais.
“O que fizemos no Pilar pode chegar a outras regiões de Alagoas. Quero trabalhar em Brasília para ajudar os municípios a terem recursos para colocar comida na mesa de quem precisa e, ao mesmo tempo, fortalecer o pequeno produtor. Combater a fome precisa ser prioridade”, conclui Renato.