CAS aprova audiências sobre saúde, apostas e envelhecimento
Temas como saúde ocular, apostas on-line, envelhecimento da população e saúde mental serão debatidos em audiências públicas ainda sem data definida.
Pedidos de audiências públicas aprovados pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (29) vão colocar em pauta temas relevantes para a sociedade, como envelhecimento da população, saúde ocular, apostas on-line e saúde mental. As datas das audiências ainda serão definidas.
Idosos
O requerimento (REQ) 31/2026 – CAS, apresentado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), propõe uma audiência pública conjunta com a Comissão de Direitos Humanos (CDH) para discutir os impactos do projeto de lei (PL) 411/2024 sobre o funcionamento das instituições de longa permanência para pessoas idosas (ILPIs). O objetivo é analisar efeitos sociais, sanitários, regulatórios e orçamentários diante do crescimento da população idosa.
Glaucoma
O senador Dr. Hiran (PP-RR) é o autor do REQ 27/2026 – CAS, que propõe debate sobre o glaucoma, doença que pode levar à cegueira se não for diagnosticada precocemente. A audiência deve abordar estratégias de detecção, tratamento e aprimoramento das políticas públicas de saúde ocular.
Apostas on-line
O REQ 32/2026 – CAS, do senador Eduardo Girão (Novo-CE), solicita audiência pública para analisar os efeitos da expansão das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Entre os pontos destacados estão o endividamento das famílias, impactos na saúde mental e desafios regulatórios e econômicos associados à atividade.
Saúde ocular
Apresentado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), o REQ 34/2026 – CAS trata da realização de audiência para discutir o cenário da saúde ocular no Brasil. A proposta busca avaliar ações de prevenção e tratamento de doenças que podem causar cegueira, além da presença do tema nas políticas públicas.
Saúde mental das mães
Por fim, o REQ 38/2026 – CAS, da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), pede audiência pública sobre a saúde mental das mães, com foco em situações como maternidade de prematuros, crianças com deficiência ou doenças graves. A intenção é subsidiar políticas de atenção integral no Sistema Único de Saúde (SUS).