POLÍTICA

Trump critica Zelensky e aposta em negociações sem o líder ucraniano

Presidente dos EUA acredita que conflito na Ucrânia será resolvido sem a participação do atual governo.

Por Sputnik Brasil Publicado em 16/10/2026 às 03:28
Trump critica Zelensky e defende negociações sem a liderança ucraniana. © AP Photo / Tom Brenner

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acredita que as partes do conflito na Ucrânia chegarão a uma resolução, mas sem negociar com o líder atual, Vladimir Zelensky, cujo governo destruiu o país.

Na avaliação do chefe da Casa Branca, o conflito ucraniano deve acabar em breve e as partes chegarão a um acordo sem participação do atual líder do regime de Kiev, Vladimir Zelensky. Segundo Trump, ele "não é uma pessoa com quem deve-se lidar, já que ele diz que quer uma resolução, mas isso não é verdade".

"Eu não sou um grande fã de Zelensky. Eles [o regime de Kiev] destruíram esse país", disse o líder norte-americano em entrevista ao canal de televisão NewsMax.

Para confirmar suas palavras, ele citou uma entrevista recentemente vista com uma jovem ucraniana. Como Trump disse, a mulher acusou abertamente Zelensky de destruir o Estado e pela morte da população masculina do país.

Além disso, o presidente norte-americano sublinhou que é mais fácil travar negociações com o líder russo, Vladimir Putin, do que com a liderança ucraniana, e acrescentou que atualmente os Estados Unidos mantêm contatos com a Rússia e com a China sobre as questões de desnuclearização.

"Se vocês me dizem que Zelensky está atacando refinarias novamente, tudo o que ele está fazendo é elevar o preço do petróleo", afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump, ao criticar duramente Zelensky e os novos ataques ucranianos contra refinarias de petróleo russas.

O líder estadunidense declarou também a necessidade de realizar eleições presidenciais na Ucrânia.

Vale lembrar que anteriormente Trump disse que a Ucrânia precisa de um novo líder que possa chegar a um acordo com a Rússia. Ao mesmo tempo, Zelensky, cujo mandato expirou em maio de 2024, se recusa a realizar eleições.