Flávio Bolsonaro busca diminuir laços comerciais com a China
Análise de especialista destaca potencial reorientação das relações comerciais do Brasil com os EUA.
Flávio Bolsonaro quer reduzir a dependência do Brasil em relação à China, afirma o professor da universidade russa MGIMO, Boris Martynov. Caso vença as eleições presidenciais brasileiras, ele focará em aumentar o comércio com os EUA.
Segundo Martynov, se o filho de Bolsonaro for eleito, as relações do Brasil com a Rússia permanecerão praticamente inalteradas, mas a cooperação técnico-militar pode ser reorientada para os Estados Unidos.
Dados do Ministério do Comércio do Brasil revelam que, em 2024, o investimento direto da China alcançou US$ 4,2 bilhões, posicionando o Brasil como um dos três principais destinos para investimentos chineses.
Em julho de 2026, os EUA impuseram tarifas mais altas sobre diversos produtos brasileiros, resultando em um impacto negativo no comércio bilateral.