POLÍTICA

Debate presidencial e a estratégia da 'cadeira vazia'

A ausência de candidatos com maior destaque provoca debates sobre suas táticas eleitorais.

Por Sputnik Brasil Publicado em 08/09/2026 às 15:00
Nano Banana (Google Imagen)

O primeiro debate presidencial recolocou no centro da discussão política uma tática recorrente nos últimos pleitos: a "cadeira vazia".

A ausência ganha ainda mais peso quando envolve figuras de destaque. Na ocasião, dos convidados, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), os mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto, além de Romeu Zema (Novo), optaram por não comparecer, uma postura que tende a se repetir ao longo do primeiro turno. As equipes de campanha justificaram a decisão sob diferentes alegações estratégicas. Para os favoritos, a cartada costuma servir a um propósito duplo: reduzir a exposição a confrontos diretos com adversários de menor musculatura eleitoral; e mitigar o risco de danos à imagem decorrentes de escorregões ou polêmicas inevitáveis.

Para debater a ausência dos candidatos, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper; e Roosevelt Arraes, sócio-fundador da Arraes & Carboni Sociedade de Advogados, com mais de 20 anos de experiência profissional em direito eleitoral, administrativo e penal, e diretor da Escola Paranaense de Direito. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.


Por Sputinik Brasil