Divisão sobre interferência externa nas eleições brasileiras
Pesquisa revela que 48% dos eleitores não veem risco de interferência externa.
Segundo o levantamento, 48% dos eleitores não acreditam que exista risco, enquanto 45% consideram possível uma interferência externa.
Uma nova pesquisa Quaest mostra que os brasileiros estão divididos sobre a possibilidade de interferência de outros países nas eleições. Segundo o levantamento, 48% dos eleitores não acreditam que exista risco, enquanto 45% consideram possível uma interferência externa.
Entre os bolsonaristas, 64% veem essa possibilidade, enquanto 60% dos lulistas descartam o risco. Já no cenário internacional, o governo brasileiro rejeitou o pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional.
O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, fez o apelo durante um evento no Panamá, mas diplomatas brasileiros avaliam que a iniciativa busca garantir uma espécie de “blindagem jurídica” para autoridades americanas e ampliar a influência de Washington sobre a região.
Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Bárbara Pereira, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.