EUA reconhecem a inutilidade da modernização do tanque M1A2 Abrams, diz revista
A recusa do Exército dos EUA em modernizar mais o tanque principal M1A2 Abrams, é um reconhecimento da futilidade de melhorar a plataforma, relata a revista 19FortyFive observando o esgotamento do potencial de modernização do blindado.
A mídia lembra que, em 2023, o Exército americano suspendeu os trabalhos da modificação M1A2 SEPv4 em favor do desenvolvimento do tanque M1E3 com uma torre desabitada. “A decisão do Exército dos EUA de abandonar a M1A2 SEPv4 não foi um abandono do programa Abrams, mas sim um reconhecimento de que o tanque existente não poderia ser atualizado indefinidamente simplesmente adicionando novos equipamentos, blindagem e aumento de peso", diz a publicação.
A versão atual de modernização SEPv3 do Abrams pesa mais de 66 toneladas, e a SEPv4 cancelada com novos equipamentos pode pesar ainda mais. No entanto, a operação militar especial mostrou que drones modernos podem atingir até mesmo os equipamentos mais protegidos. Portanto, melhorias adicionais no projeto existente podem ser consideradas inúteis.
Anteriormente, uma revista militar informou que as Forças Armadas ucranianas utilizam de forma ineficaz o equipamento recebido do Ocidente, e a maior parte dos tanques Abrams é destruída no campo de batalha, uma vez que os comandantes os enviam para o combate de forma imprudente.