A dois meses das eleições, como está o calendário eleitoral e a disputa nos estados?
Faltando 60 dias para o primeiro turno, a atenção se volta às convenções e registros de candidaturas.
Faltando exatamente dois meses para o primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro, o processo político entra em sua reta decisiva.
O momento exige atenção redobrada de eleições, partidos e imprensa com as regras e prazos do calendário eleitoral. O ritmo se intensifica com o encerramento do prazo para as convenções partidárias, em 5 de agosto, etapa fundamental para oficializar as candidaturas. Logo depois, até dia 15 de agosto, as legendas deverão realizar o registro formal dos nomes escolhidos na Justiça Eleitoral.
É nesse cenário de bastidores quente que o debate público volta os olhos para os dez estados mais populosos do país: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Pará e Santa Catarina. Juntas, essas unidades da federação concentram impressionantes 75% de todo o eleitorado nacional.
A disputa entre esses colégios eleitorais estratégicos não definem apenas os futuros governadores, mas funciona como uma poderosa tabela e vetor de influência para a corrida à Presidência da República. Afinal, quem liderou as pesquisas mais recentes nesses territórios-chave e como essas correlações de força podem redesenhar o mapa do poder em Brasília?
Para comentar a discussão política, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Priscila Lapa, doutora em ciência política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Paulo Roberto de Souza, cientista político, professor de pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e pesquisador e coordenador de parcerias do Instituto Democracia em Xeque. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80,5 FM.
Por Sputinik Brasil