Prefeito avalia obras do novo Centro Administrativo em Maceió
Empreendimento resultará em economia e revitalização do Centro da cidade, com investimento de R$ 197 milhões.
A transformação do Centro de Maceió segue avançando e mudando a paisagem da região. Nesta quinta-feira (23), o prefeito Rodrigo Cunha vistoriou as obras do novo Complexo Administrativo Municipal, empreendimento que vai reunir 15 secretarias e órgãos da Prefeitura em uma estrutura moderna, sustentável e integrada. Resultado da primeira Parceria Público-Privada (PPP) da história do município, o projeto representa um investimento privado de R$ 197 milhões e é considerado uma das principais iniciativas de requalificação urbana da capital.
O empreendimento, que integra o programa Novo Centro, prevê a revitalização dos edifícios Palmares, Ary Pitombo e Iapetec, localizados no entorno da Praça Zumbi dos Palmares. O novo complexo reunirá 15 secretarias e órgãos municipais, concentrando cerca de 1.460 servidores em uma área construída de aproximadamente 20 mil metros quadrados.
Para o prefeito, o projeto representa um importante passo para a recuperação econômica e urbana da região central.
“Estamos devolvendo vida ao Centro de Maceió. Essa obra reúne eficiência na gestão pública, preservação do nosso patrimônio histórico e desenvolvimento econômico. Quando trouxermos milhares de servidores e cidadãos para esta região todos os dias, estaremos fortalecendo o comércio, gerando oportunidades e resgatando a importância do Centro para a cidade. É uma transformação que beneficia tanto quem trabalha aqui quanto toda a população que utiliza os serviços públicos”, reforçou o prefeito.
Atualmente, a obra está na fase de recuperação e no reforço estrutural dos edifícios Palmares e Ary Pitombo, além da execução dos fechamentos em alvenaria e das instalações elétricas e hidrossanitárias.
Junto aos ganhos administrativos, o novo complexo deve impulsionar a revitalização da região central da capital. A expectativa é que a circulação permanente de servidores, cidadãos, fornecedores e visitantes fortaleça o comércio, os serviços, a gastronomia e o setor financeiro, estimulando novos investimentos privados e valorizando os imóveis do entorno.
Preservação do patrimônio e economia
Diferentemente de projetos que optam pela demolição de edificações antigas, a Prefeitura adotou o modelo de retrofit, preservando a arquitetura dos três edifícios históricos enquanto promove sua modernização.
O complexo contará com soluções sustentáveis, como ventilação e iluminação naturais, geração de energia solar, reaproveitamento de água e cobertura verde, incorporando conceitos de inovação, acessibilidade e eficiência energética.
Além do impacto urbanístico, o empreendimento também representa economia para a administração municipal. A estimativa é de uma redução anual de aproximadamente R$ 11,87 milhões nos gastos públicos. Ao longo dos 30 anos de concessão, a economia poderá chegar a cerca de R$ 332 milhões, recursos que poderão ser destinados a áreas prioritárias, como saúde, educação e segurança pública.