Gigante navio de abastecimento está sendo construído na China
Novo navio reforça a capacidade da Marinha para missões prolongadas no exterior.
O navio de reabastecimento naval atualmente em construção na China pode se tornar o maior do mundo, escreve o jornal The Times of India.
O material salienta que tal medida reforçaria significativamente a capacidade da Marinha chinesa de apoiar grupos de ataque de porta-aviões em missões prolongadas no exterior.
"Os navios de reabastecimento são um elemento essencial de qualquer marinha de alto mar. Eles possibilitam que porta-aviões, destróieres, fragatas e submarinos operem por longos períodos longe de seus portos de origem, ampliando o alcance operacional e a autonomia da marinha. Os navios de reabastecimento modernos estão equipados com várias estações de transferência, o que lhes permite reabastecer mais de um navio simultaneamente", ressalta a publicação.

Destaca-se que, atualmente, a Marinha da China já opera dois navios de reabastecimento rápido da classe Tipo 901: o Hulunhu e o Chaganhu. No entanto, o novo gigante em construção já os supera em escala.
Com 270 metros de comprimento e 37 metros de boca, esse novo navio de apoio rápido de combate é uma verdadeira maravilha da engenharia, superando a maioria das embarcações auxiliares existentes, observa o artigo.
O projeto demonstra claramente a crescente ambição da Marinha chinesa de projetar seu poder muito além das águas costeiras e de fortalecer a espinha dorsal logística necessária para operações sustentadas no mar.
Quando concluído, esse gigante do reabastecimento não apenas consolidará a posição da China como uma potência naval de primeira linha, como também representará uma nova era em sua capacidade de apoiar operações de porta-aviões em escala global, conclui a reportagem.
Anteriormente, uma revista estadunidense informou que o grupo de ataque do porta-aviões Liaoning amplia o alcance operacional da Marinha chinesa em águas distantes.
As operações envolvendo o porta-aviões Liaoning e sua força-tarefa contribuem para o avanço do treinamento de combate em águas distantes e desenvolvem capacidades de combate integradas e de longo alcance, podendo influenciar o futuro equilíbrio de poder na região da Ásia-Pacífico.
Por Sputinik Brasil