REDES SOCIAIS

Influenciadora brasileira morre após queda de prédio em Dubai

Kauana Bilhar tinha mais de 16 mil seguidores e compartilhou momentos de luxo e amor nas redes sociais.

Por Estadao Conteudo Publicado em 09/07/2026 às 21:17
Kauana Bilhar Reprodução / Instagram

A influenciadora digital brasileira Kauana Bilhar, que morreu após cair do 27º andar de um edifício em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, contava com mais de 16 mil seguidores nas redes sociais e publicava conteúdos sobre viagens, experiências de alto padrão e produtos de luxo.

Em seu perfil, Kauana registrou viagens internacionais, incluindo visitas a pontos turísticos como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre, ambos em Paris. Ela também compartilhava imagens em jatos particulares, carros de luxo, hotéis, restaurantes e produtos de marcas de alto padrão.

As flores eram outro elemento frequente em suas publicações. A influenciadora costumava exibir grandes buquês recebidos de presente e chegou a divulgar um arranjo com 500 flores.

Nos últimos meses, Kauana começou a compartilhar com frequência declarações de amor à companheira, Bárbara Arantes. Recentemente, publicou fotos de alianças e agradeceu publicamente à namorada, cujo perfil nas redes sociais encontra-se indisponível agora.

A morte de Kauana foi confirmada pela mãe, Darla Bilhar, por meio das redes sociais. Segundo o portal R7, a polícia de Dubai investiga as circunstâncias da queda. Até o momento, as autoridades não descartam nenhuma hipótese, incluindo suicídio, homicídio ou feminicídio, e o apartamento onde o caso ocorreu passa por perícia. A família tenta providenciar o traslado do corpo para o Brasil.

Após a repercussão do caso, seguidores passaram a prestar homenagens à influenciadora nas redes sociais.

Em vídeo publicado na internet, a mãe de Kauana pediu que a memória da filha seja respeitada e criticou especulações sobre o caso. "Enquanto eu tento encontrar forças para enfrentar a maior dor que uma mãe pode sentir, preciso assistir à memória da minha filha ser julgada, exposta, desrespeitada por pessoas que não conheciam a sua história", afirmou.

"Peço aos meios de comunicação que tratem esse momento com responsabilidade e dignidade. Informar é diferente de julgar. Noticiar é diferente de condenar", disse.