Exercício conjunto russo-chinês visa fortalecer parcerias e promover paz
Manobras ocorrerão no mar Amarelo entre 6 e 13 de julho, segundo o contra-almirante Sergei Sinko.
O exercício conjunto russo-chinês Interação Marítima sempre teve como objetivo fortalecer a parceria estratégica e servir a paz e a estabilidade na região Ásia-Pacífico, disse neste domingo (5) o chefe do exercício do lado russo, contra-almirante Sergei Sinko.
Anteriormente, a Sputnik informou que um destacamento de navios da Frota do Pacífico chegou no domingo à base naval de Qingdao, na província chinesa oriental de Shandong, para participar dos exercícios que serão realizados na área do mar Amarelo de 6 a 13 de julho.
"O evento mais importante que vamos realizar juntos é o exercício conjunto Interação Marítima 2026. Esses exercícios já se tornaram tradicionais e têm uma longa história", declarou Sinko na cerimônia de reunião do destacamento de navios da Frota do Pacífico na cidade de Qingdao.
Ele observou que o escopo e a complexidade do exercício crescem a cada ano, incluindo desafios novos e emergentes, mas ele sempre teve como objetivo fortalecer a parceria estratégica entre os dois países e servir apenas a causa da paz e da estabilidade na região Ásia-Pacífico.
Do lado russo dos exercícios participarão o cruzador da Guarda Varyag, a corveta Rezkiy, o submarino diesel-elétrico Ufa e o navio de resgate Igor Belousov.