PicPay contesta suspeita de cobrança indevida em operação do MP no Distrito Federal
Operação Juros Zero mirou o CEO Eduardo Chedid, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o ex-secretário Ney Ferraz
O PicPay afirmou que não permite irregularidades nas operações referidas em investigação do Ministério Público sobre supostos descontos indevidos na folha de pagamentos de servidores do governo do Distrito Federal.
Deflagrada na manhã desta sexta-feira, 19, a Operação Juros Zero teve como alvos o CEO do banco digital, Eduardo Chedid, o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e o ex-secretário de Economia do Distrito Federal, Ney Ferraz.
Em nota, a empresa disse que “não regularizou qualquer irregularidade” e rejeitou a alegação de cobranças indevidas. Segundo o PicPay, “o valor antecipado foi disponibilizado no próprio cartão do cliente, depois de feita a solicitação por ele mesmo no aplicativo, sem intermediários ou associações e sem cobrança nessa modalidade”.
Sem citar Chedid, a instituição financeira reafirmou o compromisso com a “estrita” observância da legislação e da regulamentação do setor financeiro e de meios de pagamentos.
O PicPay também declarou que seus produtos e serviços são estruturados em conformidade com as normas vigentes e submetidos a “rigorosos” mecanismos de controle e supervisão.
A companhia acrescentou que mantém “sólida” uma estrutura de governança corporativa, gestão de riscos e compliance. A empresa informou ainda que seguirá colaborando integralmente com as autoridades competentes e disse estar confiante de que “quaisquer esclarecimentos necessários confirmarão a regularidade de sua atuação”.
Veja abaixo a íntegra da nota:
O PicPay reafirma seu compromisso com a estrita observância da legislação e da regulamentação aplicável aos setores financeiros e de meios de pagamento.
A companhia não autoriza qualquer irregularidade nas operações mencionadas e rejeita a alegação de cobrança indevida. Seus produtos e serviços são estruturados e oferecidos em conformidade com as normas vigentes e submetidos a mecanismos rigorosos de controle e supervisão.
O valor antecipado foi disponibilizado no próprio cartão do cliente, depois de feita a solicitação por ele mesmo no aplicativo, sem intermediários ou associações e sem cobrança nessa modalidade.
O PicPay mantém uma estrutura sólida de governança corporativa, gestão de riscos e compliance, aprovada às melhores práticas de mercado e aos mais elevados padrões regulatórios.
A empresa seguirá colaborando integralmente com as autoridades competentes e está confiante de que quaisquer esclarecimentos necessários confirmarão a regularidade de sua atuação.