IPC-S da FGV perde ritmo e fica em 0,57% na segunda prévia de junho
Indicador acumula alta de 4,54% em 12 meses; cinco das oito classes de despesa registraram desaceleração
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), desacelerou de 0,64% para 0,57% na passagem da primeira para a segunda quadrissemana de junho.
Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,54% nos últimos 12 meses.
Nesta leitura, cinco das oito classes de despesa apresentaram alívio nas taxas de variação: Alimentação, de 1,57% para 1,30%; Habitação, de 1,00% para 0,82%; Despesas Diversas, de 1,30% para 1,09%; Vestuário, de 0,78% para 0,57%; e Comunicação, de 0,14% para 0,07%.
Por outro lado, houve avanço nos grupos Transportes, de -0,61% para -0,44%; Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,49% para 0,58%; e Educação, Leitura e Recreação, de 0,25% para 0,33%.
Influências
As principais influências de baixa do índice partiram da gasolina, que passou de -1,98% para -1,50%; do etanol, de -7,02% para -6,41%; do café em pó, de -3,42% para -3,14%; da tarifa de ônibus urbano, que permaneceu em -0,91%; e da maçã, de -4,0% para -3,39%.
Na outra ponta, puxaram o índice para cima a batata inglesa, de 47,60% para 37,19%; a tarifa de eletricidade residencial, de 3,07% para 2,34%; o tomate, de 17,17% para 14,28%; os serviços bancários, de 2,11% para 1,79%; e o mamão papaya, de 15,66% para 18,48%.