Economia da atenção transforma tempo de tela em lucro e consumo
Tema é debatido por especialistas em programa com Rafael Costa e Kaique Santos
Em um ambiente marcado pelo excesso de estímulos, a atenção passou a ser tratada como um dos recursos mais disputados da era digital.
O conceito de “economia da atenção”, cunhado em 1971, ganhou novos contornos com o avanço das plataformas digitais. Redes sociais, serviços de streaming e e-commerces disputam o tempo de tela dos usuários por meio de algoritmos e estratégias de design voltadas a manter as pessoas conectadas por mais tempo.
Nesse cenário, a gratuidade das plataformas é apresentada como uma ilusão: quanto maior o tempo de navegação, mais dados são gerados. Essas informações alimentam uma indústria de anúncios hiperpersonalizados, capaz de influenciar desejos e decisões de consumo.
A atuação de influenciadores digitais também integra esse fenômeno. Nas redes sociais, tendências são lançadas, marcas são divulgadas e escolhas de compra passam a ser orientadas por conteúdos que circulam nas plataformas.
Para discutir se a era da economia da atenção representa uma “ditadura do clique”, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Regina Monge, especialista em neurobranding, neurociência aplicada aos negócios e à economia da atenção, fundadora do Neurobranding Lab; e o economista Caio Augusto.
O conteúdo está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Por Sputinik Brasil