Ucrânia abre negociações para integrar União Europeia
Processo deve exigir de Kiev anos de reformas políticas enquanto o país segue em guerra contra a Rússia
A Ucrânia deve iniciar oficialmente, nesta segunda-feira, 15, as negociações para adesão à União Europeia (UE). A abertura do processo marca o começo de uma etapa que exigirá de Kiev compromissos com anos de reformas políticas, mesmo enquanto o país continua a enfrentar a invasão russa.
O vice-primeiro-ministro ucraniano, Taras Kachka, deve participar de uma conferência intergovernamental em Luxemburgo. O encontro dará início às conversas sobre o primeiro conjunto de áreas de política pública necessárias para aproximar a Ucrânia das leis, normas e valores do bloco europeu.
Para a Ucrânia, a entrada na UE é vista como uma “garantia de segurança” para um futuro estável após o fim da guerra contra Moscou. A principal garantia seria a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), mas o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insiste que isso não pode ocorrer. Outros países também demonstram receio de que a Ucrânia ingresse na aliança enquanto os combates estiverem em andamento.
A Moldávia também deve iniciar oficialmente suas negociações de adesão à União Europeia. A Rússia tenta há muito tempo manter o país em sua órbita e, no ano passado, foi acusada de conduzir uma ampla campanha de desinformação, impulsionada por inteligência artificial, durante as eleições.
Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.