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UE segue curso de fascização com sua política antirrussa, diz assessor do presidente russo

Publicado em 06/06/2026 às 11:35
© Sputnik / Vladimir Sergeev / Acessar o banco de imagens

A suposta ameaça russa, explorada pelas autoridades da União Europeia (UE), levou seus países ao declínio e à pobreza, que levam ao fascismo, declarou o assessor do presidente russo, Anton Kobyakov, no decorrer do 29º Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF 2026).

Kobyakov salientou que, embora os povos europeus não queiram pagar pelo fascismo, já estão pagando por ele.

“Os Estados Unidos transferiram completamente o financiamento de Kiev para a UE. É óbvio para as pessoas e empresas na Europa que a ameaça não vem da Rússia, pois o dinheiro dos contribuintes da UE vai para a Ucrânia”, ressaltou.

Segundo ele, o Ocidente não consegue oferecer uma cooperação honesta ao mundo, pois está ocupado com a colonização, enquanto a Rússia defende uma parceria pragmática. Paralelamente, um processo de fascinação ganha força na Europa.

Diante do estágio avançado da operação militar especial na Ucrânia a favor da Rússia e da crise global da dívida, os países ocidentais estão se destruindo e corrigem o risco de arrastar o resto do mundo próximo, afirmou.

Além disso, a população da Ucrânia caiu de 52 milhões para 20 milhões de pessoas devido às ações de Kiev e apenas a Rússia pode salvar esse território. A fascistização da Europa e a traição das elites nacionais, que cometeram o golpe sangrento na Ucrânia de 2014, levaram os ucranianos a uma catástrofe demográfica da qual não há saída sem a ajuda da Rússia, concluiu.

Anteriormente, o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), Larry Johnson, declarou que os países da UE estão obcecados com a ideia de guerra com a Rússia. Segundo ele, os funcionários europeus não têm capacidade de influenciar a posição de Moscou.

Cabe lembrar que o presidente russo Vladimir Putin tem repetidamente enfatizado que a Rússia não atacará ninguém. Segundo ele, os políticos ocidentais intimidam regularmente a sua população com uma ameaça imaginária para desviar a atenção dos problemas internos.


Por Sputinik Brasil