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'Morte lenta': após 5 meses, Conselho de Paz para Gaza não entregou resultados prometidos

Publicado em 03/06/2026 às 23:03
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'Morte lenta': após 5 meses, Conselho de Paz para Gaza não entregou resultados prometidos Anunciado em janeiro passado, o Conselho de Paz criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, obteve baixa adesão da comunidade internacional e suas ações permanecem no campo da retórica, segundo analistas ouvidos pela Sputnik Brasil."Falhou redondamente em seus objetivos", opinou o internacionalista, Bruno Mendelski. O fato de Israel ser parte do conselho e seguir com a política expansionista no território palestino desde a guerra iniciada em outubro de 2023 também revela a parcialidade da iniciativa."Os doadores não aparecem, porque sabem que não é reconstrução de Gaza e nem soberania de Gaza e nem de um processo continuado para a Solução de Dois Estados e de paz duradoura em Gaza", Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), foi mais enfático ao criticar as motivações e falta de transparência do conselho. A internacionalista Isabela Agostinelli também citou a característica do centralizada do conselho na figura de Trump e seu genro Kushner. Com foco em lucros com empreendimentos imobiliários no território o conselho tende a afastar adeptos, sobretudo, argumentou a professora, quando o Oriente Médio vive uma série de conflitos armados ligados aos EUA e a Israel."As matanças continuam, a limitação extrema de entrada de alimentos e medicamentos por parte de Israel continua. A situação é de um genocídio continuado, mas agora com mais espaçamento nos períodos de bombardeio. É uma espécie de morte lenta que Israel e EUA infligem cotidianamente aos palestinos", disse. Siga a @sputnikbrasil no Telegram


Por Sputinik Brasil