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Marinha chinesa avança em águas distantes e fortalece projeção de poder regional, diz mídia (FOTO)

Publicado em 31/05/2026 às 08:24
Porta-aviões Liaoning amplia projeção de poder naval da China em águas distantes, segundo revista dos EUA. © AP Photo / Kimani J. Wint / Marinha dos EUA

O grupo de ataque do porta-aviões Liaoning, da China, amplia o alcance operacional da Marinha do país em águas distantes, escreve uma revista estadunidense.

A revista salienta que as operações envolvendo o porta-aviões Liaoning e sua força-tarefa contribuem para o avanço do treinamento de combate em águas distantes e desenvolvem capacidades de combate integradas e de longo alcance, podendo influenciar o futuro equilíbrio de poder na região da Ásia-Pacífico.

"Espera-se que a experiência em operações em mares distantes seja cada vez mais valorizada, pois a Marinha [chinesa] do Exército de Libertação Popular está prestes a colocar em serviço porta-aviões de propulsão nuclear, mais adequados para operações de longo alcance. O primeiro deles foi recentemente observado com avanços significativos em sua construção", ressalta a publicação.
Porta-aviões Liaoning da China (imagem de arquivo)
Porta-aviões Liaoning da China (imagem de arquivo)

Segundo a matéria, a expansão das operações em águas abertas pela China evidencia a crescente autoconfiança do país em sua capacidade de sustentar missões complexas longe de seu território, apesar dos desafios logísticos e operacionais.

Espera-se que o mais novo porta-aviões da China domine em breve as mobilizações de longo alcance, enquanto as plataformas existentes já demonstraram a capacidade de realizar operações aéreas em ritmo acelerado próximo a regiões estrategicamente sensíveis.

Atualizações recentes nas aeronaves baseadas em porta-aviões, incluindo sistemas de radar avançados, materiais aprimorados e capacidades de guerra eletrônica, aumentaram significativamente sua eficácia em combate, colocando-as entre os caças não furtivos mais capazes do mundo.

Esses avanços no poder aéreo são reforçados por frotas de escolta e submarinos cada vez mais sofisticados, criando grupos de ataque aeronavais altamente capazes e integrados.

Desdobramentos frequentes e manobras assertivas em águas disputadas evidenciam uma força em rápido amadurecimento, capaz de projetar poder e desafiar rivais regionais com crescente confiança, conclui a reportagem.

Anteriormente, uma mídia estadunidense havia informado que a construção naval da Marinha dos EUA tem tido sua pior prestação em 25 anos, colocando os Estados Unidos atrás da China no que toca ao ritmo de produção.


Por Sputinik Brasil