Geral

Inflação dá 5 sinais de alerta à economia dos EUA, diz mídia

Publicado em 30/05/2026 às 12:52
Inflação e alta nos combustíveis acendem sinais de alerta para a economia dos EUA e pressionam famílias. © AP Photo / Ted Shaffrey

Apesar dos gastos de consumo resilientes, que sustentaram a economia dos EUA em meio a pressões financeiras, cinco sinais de alerta estão surgindo agora, à medida que as famílias enfrentam a inflação mais alta em quase três anos, informa uma mídia estadunidense.

A reportagem salienta que os gastos dos consumidores representam cerca de 70% da atividade econômica dos EUA, o que alimenta preocupações de que a economia possa desacelerar caso as famílias reduzam seus gastos em meio ao aumento dos preços da energia.

"Se os preços da gasolina permanecerem altos, as famílias de renda média provavelmente terão de fazer mais escolhas difíceis. Para a maioria, a gasolina não é um luxo, mas sim o que permite ir ao trabalho, cuidar da família e lidar com o dia a dia", ressalta a publicação.

Nesse contexto, é apontado que cinco sinais de alerta indicam uma crescente pressão financeira na economia dos EUA, apesar da continuidade dos gastos do consumidor.

Segundo a matéria, o encolhimento do poder de compra é explicado pelo fechamento do estreito de Ormuz e a consequente elevação dos preços de bens básicos, como gasolina e passagens aéreas, ampliando a diferença entre o crescente custo de vida e a renda dos salariados em algumas das nações que lideram ou apoiam a ofensiva contra o Irã.

Em segundo lugar, a inadimplência no cartão de crédito atingiu o nível mais alto em mais de uma década, indicando uma dificuldade crescente em honrar as obrigações financeiras.

Em terceiro lugar, a taxa de poupança pessoal caiu para o nível mais baixo em várias décadas, o que sugere que as famílias estão cada vez mais dependendo de reservas limitadas para sustentar os gastos.

Quarto, mais pessoas têm recorrido a empréstimos e saques de contas de aposentadoria por motivo de dificuldade financeira, refletindo a crescente pressão financeira.

Por fim, o aumento dos custos dos combustíveis está forçando as famílias de baixa e média renda a reduzir o consumo e adiar despesas, destacando o estresse econômico desigual entre os grupos de renda, conclui o artigo.

Anteriormente, um veículo de informação britânico havia informado que os salários reais em diversos países centrais começaram a contrair devido ao severo impacto energético da guerra contra o Irã.

Segundo a matéria, o encolhimento do poder de compra é explicado pelo fechamento do estreito de Ormuz e a consequente elevação dos preços de bens básicos, como gasolina e passagens aéreas, ampliando a diferença entre o crescente custo de vida e renda dos salariados em algumas das nações que lideram ou apoiam a ofensiva contra o Irã.


Por Sputinik Brasil