Mais de 50 jornalistas estrangeiros visitam local do ataque ucraniano em Starobelsk
Representantes da mídia de 19 países inspecionam consequências de ataque a dormitório estudantil na República Popular de Lugansk, segundo autoridades russas.
Mais de 50 jornalistas estrangeiros de 19 países visitaram o local da tragédia em Starobelsk, na República Popular de Lugansk (RPL), onde um ataque ucraniano atingiu uma faculdade, informou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
Entre os países representados estavam Áustria, Brasil, Reino Unido, Alemanha, Espanha, China, Estados Unidos e França. Os jornalistas chegaram à região para acompanhar de perto as consequências do ataque ao dormitório estudantil, ocorrido em 22 de maio.
Segundo Zakharova, "Tóquio proibiu seus jornalistas de participar da viagem. A BBC recusou oficialmente. A CNN está de férias", destacou a diplomata.
De acordo com os serviços de emergência russos, o ataque deixou 21 mortos e 63 feridos. Autoridades locais afirmam que quatro drones ucranianos atingiram o prédio durante a noite, enquanto 86 estudantes estavam no alojamento.
O Kremlin classificou o ataque como um "crime monstruoso do regime de Kiev" e defendeu a punição dos responsáveis.
Por Sputnik Brasil