CLIMA

Até quando vai o frio no Brasil? Nova frente fria está prevista para o fim de semana

Após recordes de baixas temperaturas, nova massa de ar polar pode trazer mais frio e chuva ao Sul e Sudeste nos próximos dias.

Publicado em 12/05/2026 às 13:19
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial Nano Banana (Google Imagen)

A intensa massa de ar polar que derrubou as temperaturas em diversas regiões do Brasil nos últimos dias começa a perder a partir desta quarta-feira, 13. Apesar da elevação gradual das temperaturas no centro-sul do país ao longo da semana, uma nova frente fria já está prevista para o próximo fim de semana.

De acordo com a Climatempo, o ar polar mais intenso avançou em direção ao oceano ao longo da quarta-feira, permitindo uma rápida elevação das temperaturas em parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No entanto, esse aquecimento será temporário.

A partir de sexta-feira, 15, uma nova frente fria deve avançar pelo oceano e provocar mudanças nas condições do tempo, principalmente no Sul e Sudeste.

Além de uma nova queda nas temperaturas, há previsão de aumento da nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva em capitais como São Paulo. O próximo fim de semana também deve começar com temperaturas mais amenas e tempo assustador em parte do centro-sul do Brasil.

A semana começou com registros de frio em diferentes estados. Em São Paulo, a manhã da última segunda-feira foi a mais fria do ano até agora. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a estação do Mirante de Santana, na zona norte da capital, registrou 9,4°C , a menor temperatura para a quinzena de maio em 37 anos.

No extremo sul da capital paulista, a estação de Interlagos marcou 7,2°C nas primeiras horas do dia. O frio intenso também atingiu cidades da região Sul. Em São Joaquim, na Serra catarinense, as tarifas chegaram a -4,61°C nesta terça-feira, a menor temperatura registrada no Brasil em 2026 até o momento.

Segundo a Climatempo, a massa de ar frio responsável pela queda acentuada das temperaturas é de origem polar continental, parece que permite que o ar gelado avance com mais intensidade sobre o continente e áreas de alcance mais amplas do país.