Ocidente utilizou medo nuclear para limitar avanço tecnológico no Sul Global, afirma analista
Segundo Matheus Pereira, 'Síndrome de Chernobyl' ainda impede expansão da energia nuclear em países emergentes.
O Ocidente instrumentalizou o medo do setor nuclear para impedir que a tecnologia se expandisse aos países do Sul Global, avalia Matheus Pereira, engenheiro químico e embaixador da educação nuclear da Rússia, em entrevista à Sputnik Brasil.
Pereira explica que, após acidentes como o de Chernobyl, profissionais das áreas de engenharia nuclear, química e radiologia passaram a identificar esse receio generalizado como a chamada 'Síndrome de Chernobyl'. Segundo ele, superar esse estigma é fundamental para atender à crescente demanda energética mundial.
O especialista destaca ainda que, apesar da postura crítica histórica da Europa em relação ao desenvolvimento nuclear, alguns países europeus mantêm projetos estratégicos na área, visando garantir sua segurança energética.
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