PM informa ao STF sobre troca do carregador da tornozeleira eletrônica de Bolsonaro
Ex-presidente cumpre prisão domiciliar e deve manter equipamento carregado 24h por dia
A Polícia Militar do Distrito Federal comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (1º), a troca do carregador da tornozeleira eletrônica que monitora o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar de 90 dias e deve manter o equipamento carregado em tempo integral.
Motivo da troca não foi informado
Segundo a Polícia Militar, responsável pela vigilância da residência do ex-presidente, o motivo da substituição do carregador não foi detalhado no relatório enviado ao STF.
O procedimento ocorreu na madrugada do último domingo (29), entre 00h34 e 01h03, conforme as informações repassadas ao Supremo.
Servidora responsável já havia atuado em episódio anterior
A policial penal Rita de Cassia Gaio realizou a troca do componente. Ela ficou conhecida em 2025 por ter entrado na casa de Bolsonaro após o ex-presidente tentar violar a tornozeleira com um ferro de solda.
STF pode pedir novos esclarecimentos
Com base nas informações enviadas, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, poderá solicitar explicações adicionais sobre as razões da troca do carregador.
Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão pela condenação na ação penal da trama golpista.
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