Curva de juros fecha com perspectiva de fim da guerra no Oriente Médio
Taxas caem acompanhando movimento internacional e recuo do petróleo e dólar, após sinalização dos EUA sobre o conflito no Irã.
A curva de juros no Brasil encerrou a manhã desta quarta-feira, 1º, em queda, acompanhando o movimento das curvas de yields dos títulos nos Estados Unidos e na Europa. O cenário reflete a percepção de que a guerra envolvendo o Irã pode estar mais próxima do fim, após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump.
O recuo nos preços do petróleo e do dólar também contribui para aliviar as taxas de juros. Nos últimos dois dias, as taxas vêm caindo diante do otimismo global quanto a uma possível resolução do conflito no Oriente Médio, que já dura 33 dias. Apesar do ambiente mais favorável, a liquidez permanece reduzida e pode ser ainda mais limitada devido à agenda econômica mais fraca do dia.
Às 9h08, a taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuava para a mínima de 13,970%, ante 14,069% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 caía para 13,590%, ante 13,720%, enquanto o DI para janeiro de 2031 cedia para 13,720%, ante 13,837% no ajuste da terça-feira (31).