INDICADOR ECONÔMICO

IBC-Br registra alta de 2,26% em 12 meses até janeiro, mas ritmo desacelera

Índice do Banco Central aponta crescimento menor em comparação ao acumulado de 2025; agropecuária segue como destaque positivo.

Publicado em 16/03/2026 às 11:10
IBC-Br registra alta de 2,26% em 12 meses até janeiro, mas ritmo desacelera Reprodução

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou crescimento de 2,26% no acumulado de 12 meses até janeiro de 2026, segunda a série sem ajuste sazonal. O resultado representa uma desaceleração frente à alta de 2,46% registrada no mesmo período de 2025 (revisado de 2,45%).

O índice ex-agropecuário, que desconsidera o desempenho do setor agro, avançou 1,64% em 12 meses, ante 1,82% no acumulado do ano anterior (revisado de 1,80%). Já o indicador da agropecuária teve aumento de 12,32%, abaixo dos 13,05% distribuídos em 2025.

Na indústria, o crescimento acumulado do IBC-Br passou de 1,42% (revisado de 1,45%) para 1,05%. O índice de serviços variou de 2,10% (revisado de 2,06%) para 2,05%. O indicador de impostos — que corresponde, em linhas gerais, à rubrica de impostos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) — recuperou de 1,23% (revisado de 1,24%) para 0,74%.

Trimestre

No trimestre móvel encerrado em janeiro, o total do IBC-Br cresceu 0,78% na série com ajuste sazonal, na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agropecuário avançou 0,69%, enquanto o agropecuário cresceu 2,30%. A indústria registrou alta de 0,15%; os serviços aumentaram 0,92%; e os impostos tiveram um crescimento de 0,80%.

Considerando o trimestre até janeiro, mas em relação ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total apresentou alta de 1,77%. O índice ex-agropecuário subiu 1,70%, e o agropecuário, 3,16%. A indústria avançou 0,12%; os serviços, 2,46%; e os impostos, 0,45%.