ECONOMIA E TRABALHO

Pedidos de seguro-defeso caem 21,6% até fevereiro de 2026, aponta ministério

Redução significativa nos requerimentos é registrada em comparação ao mesmo período do ano anterior; Pará e Maranhão lideram solicitações.

Publicado em 26/02/2026 às 15:35
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial Nano Banana (Google Imagen)

O Ministério do Trabalho e Emprego informou nesta quinta-feira, 26, que, entre 1º de novembro de 2025 e 21 de fevereiro de 2026, foram registrados 998.706 pedidos de seguro-defeso. O número representa uma queda de 21,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve 1.274.397 solicitações.

Os Estados com maior número de pedidos foram: Pará, com 292.895 requerimentos (29,3% do total nacional); Maranhão, com 263.251 (26,4%); Amazonas, com 96.715 (9,7%); Bahia, com 69.412 (7,0%); e Piauí, com 53.579 (5,4%).

No total de três lotes, foram emitidas 135.433 parcelas, que somam R$ 219,5 milhões. Deste valor, já foram pagas 18.804 parcelas do primeiro lote, totalizando R$ 30,5 milhões.

Segundo o ministério, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou, em 25 de fevereiro, a ampliação do prazo para requerimento do seguro-defeso e de recursos para os defesos até 30 de junho de 2026.

"O pedido poderá ser feito até o último dia do defeso. Se houver mudança na área atendida, nas regras do defeso ou algum ajuste que afete quem tem direito ao benefício, o prazo poderá ser ampliado em até 60 dias. O prazo para apresentar recurso ou cumprir exigências será de até 120 dias, contados a partir da notificação de indeferimento do pedido", esclareceu o ministério.